O blog tem como princípio divulgar notícias sobre negócios inovadores que se utilizam de tecnologia para ganhar novos mercados. Postaremos também dicas para que sua empresa fique conectada ao mercado mundial.
Thin Film Eletronics, uma empresa que faz finíssimos
circuitos impressos em matérias de embalagens, assinou um acordo com a Bemis, uma
fabricante de bens de consumo e de embalagens para produtos voltados ao
atacado, essa parceria irá implementar inicialmente circuitos eletrônicos inteligentes nas caixas de cereais
encontradas nos supermercados. A Bemis espera usar essa fina película eletrônica
para adicionar uma memória inteligente nas embalagens de seus produtos, dessa
forma, os fabricantes poderão controlar os itens que estão disponibilizando nas
prateleiras, e os consumidores também poderão acompanhar como os produtos que estão consumindo
estão frescos, e se não estão realmente perecidos.
A Thin Film Eletronics é sediada em Oslo, e tem investido no
negócio desde meados dos anos 90.Foi
fabricante de filmes finos para chips de memória que fornecem cerca de 20 bits
de armazenamento, que foram utilizados em brinquedos e jogos. Mas com a adição
de mais memória com a ajuda da Xerox PARC, que acrescentou transistores para o
circuito, dando assim aos seus chips inteligência suficiente para controlar e transmitir informações sem fios dos
sensores inseridos para uso dos principais produtos.
Acredita-se que as empresas de produtos de consumo querem gastar alguns centavos a mais para adicionar inteligência e rastreabilidade dos
itens que compramos em supermercados. Esse sistema terá indicadores da
qualidade do produto, especificando o local onde foi fabricado, as propriedades
físicas que ele contém e as etapas que ele passou antes de chegar as
prateleiras.
O acordo com a
Thin Film Eletronics representa um investimento em uma tecnologia que poderia,
eventualmente, tornar a impressão eletrônica um componente essencial de cada
produto que consumimos nos supermercados.
Produção das películas eletrônicas pela Thin Film Eletronics
Donate your Desktop (Doe Seu Desktop) é uma ideia simples, mas com um potencial
transformador. Uma empresa da Nova Zelândia criou um aplicativo que coloca no
papel de parede dos computadores de seus usuários propagandas de anunciantes
que querem ajudar uma causa social. A receita gerada pela publicidade é doada a
uma instituição de caridade parceira do sistema. A ideia veio para mudar o mundo,
as empresas estão dispostas a pagar pelo privilégio de colocarem propagandas em
um espaço tão pessoal. Tudo que o usuário precisa fazer é baixar o aplicativo e
escolher qual entidade irá receber o valor dos anúncios de publicidade em seu
desktop. Cada dia, o aplicativo irá atualizar o fundo de tela de seu desktop
com uma nova propaganda. Doar a sua área de
trabalho pode parecer uma ação pequena, mas tem potencial gigantesco para fazer
uma diferença enorme se todos nós participarmos dessa ação, o impacto será imenso. Há mais de um
bilhão de usuários de computadores em todo o mundo que poderiam estar ajudando
os necessitados. O principal objetivo do aplicativo é de transformar os esforços
coletivos em grandes doações de impacto para instituições de caridade
parceiras. A novidade está sendo utilizada apenas na Nova Zelândia, estão sendo
desenvolvidas parcerias com outras instituições de outros países para que o
aplicativo ganhe novos usuários, e contribua cada vez mais por ajudar grandes
causas sociais.
O hospital pediátrico Starship é apoiado pelo Donate Your Desktop, quem quiser conhecer melhor o projeto e os resultados obtidos é só clicar no link abaixo:
O governo brasileiro está tentando trazer a nova tecnologia
4G ao país, essa nova geração de banda larga ultraveloz na rede de telefonia móvel
entrou em operação em 2006, na Correia do Sul, utilizando a tecnologia WiMax,
passando depois para Long Term Evolution(LTE) que permite downloads de 100Mbps
no acesso móvel. Segundo a consultoria ABI Research, há em torno de 40 países utilizando as redes 4G. No dia 12 de junho o governo realizou o leilão das
licenças de telefonia celular do 4G, isso para que em 2014, esteja disponível o
acesso a rede para que possa ser utilizada durante a copa do mundo no Brasil. A
estimativa é que o 4G vai exigir investimentos vultosos, As empresas americanas
de telefonia investiram 36,1 bilhões para adquirirem o direito da rede 4G, no
Brasil o investimento foi de 2,9 bilhões. Por enquanto a tecnologia será
restrita no país. Mesmo durante a Copa de 2014, para a maioria dos brasileiros,
será disponibilizada a tecnologia 3,5G ou 3G plus – que aproveita ainda, a
infraestrutura já instalada do 3G. Antes de comprar o seu smartphone que
utiliza dessa tecnologia, tome cuidado para não ser passado para trás, já que a
tecnologia 4G no país será uma fábula por um bom tempo.
A empresa de tecnologia ZTE, que atua na fabricação de
celulares e outras tecnologias móveis, desenvolveu um sistema de energia solar
e eólica em sua rede 3G. Considerada uma solução verde, beneficia operadoras
com economia de energia de até 100%. Em parceria com a China Unicom, a
tecnologia utiliza estações que se utilizam de energia solar e eólica para
operar suas estações de distribuição do sinal 3G. O sistema também oferece
emissão zero, ruído zero, bem como poluição zero que ajuda a maximizar a
proteção ambiental. O sistema 4G será o novo desejo dos cientes de tecnologia
móvel, várias empresas de telecomunicação poderiam adotar esse novo modelo para
a nova rede 4G, isso garantiria credibilidade e respeito com o meio ambiente e o próprio
consumidor.
Estratégia de geração de energia verde utilizada pela ZTE
Apesar da energia eólica já ter
percorrido um longo caminho nos últimos anos, agora uma empresa californiana pretende
aumentar a produção de energia vinda deste sistema que a natureza disponibiliza
gratuitamente ao homem. Corwin Hardham CEO da Makani: empresa que produz
turbinas para geração de energia eólica, está tentando construir um tipo
diferente de turbina. O protótipo que em vez de ser fixado ao solo, gira no ar.Batizado de Airborne Wind, o “mini avião” voa entre 800 e 1.950 pés acima do nível do solo, o que
significa que ele fica bem abaixo da aviação comercial e civil normal. Ao mesmo
tempo, ele voa a uma altitude acima do que a maioria das aves, o que significa
que qualquer dano potencial para criaturas voadoras é minimizado. O sistema gera energia a partir de rotores ao longo de
sua extensão. Hardham diz que seu projeto não é apenas mais barato para se
produzir em grande escala, ele também gera mais energia que uma turbina padrão,
porque o vento é mais abundante a 600 pés do que a 200. Do mesmo modo, a
turbina do Airborne é controlada por uma unidade de computador que desloca o curso da asa se o vento sopra para uma direção, ou se muda de direção
dramaticamente.
Hardham
estima que a asa do Airborne usa 10% dos materiais de uma turbina convencional,
tornando-o mais fácil e barato de construir e instalar, e mais rápido para
construir em escala.Ele diz que o Airborne gera um
custo em torno de 3 a 6 centavos de dólar por quilowatt-hora, em comparação com
5 a 10 centavos para turbinas fixas de hoje. Em terrenos offshore, ele diz que
será mais próximo de 5 a 6 centavos de dólar contra 20 centavos.
Ele
também aponta que suas turbinas não são tão dependentes de grandes terrenos.Enquanto máquinas fixas devem ser estacionados em locais muito
específicos - no topo de uma colina, por exemplo – o Airborne pode ser hasteado
onde for necessário, desde que haja espaço suficiente para completar o
comprimento de sua volta circular no ar.
Com
financiamento do Google e do Departamento de Energia doArpa-E, a Makani tem credibilidade suficiente para idealizar o projeto, mas como sempre, o caminho para a sua comercialização é bem provável
que seja burocratico.Hardham diz que será de quatro
anos os testes finais para que o protótipo se torne um produto de utilidade em escala
comercial.Ainda assim, ele está convencido de que a economia
acabará por tornar a ideia sustentável. Diversos desenvolvedores e produtores
independentes de energia já manifestaram interesse em comprar o produto
acabado, diz ele.
Os pesquisadores do Hospital canadense SickKids estão
sempre à procura de novas formas para tentar minimizar a dor de pacientes com câncer,
e com a ajuda da Cundari, agência de
marketing e comunicação com sede em Toronto, criaram juntos um aplicativo para
Iphone que ajudam crianças e adolescentes com casos graves de câncer. O Pain Squad
(“Esquadrão da Dor”) monitora o paciente quando está sentindo dores, quanto
tempo ela dura, onde dói, bem como o que ajuda a trata- lá. O aplicativo também
é capaz de gravar como a dor afeta o humor dos pacientes e suas atividades
diárias. Os pacientes escrevem o que estão sentindo como se fosse um diário
para que os médicos possam fazer o acompanhamento das características da doença
em cada indivíduo. Os adolescentes foram envolvidos na pesquisa e
desenvolvimento do aplicativo, fornecendo feedbacks sobre o conteúdo e a
facilidade de utilização do aplicativo.
A Cundari criou o tema “Esquadrão da Dor” para manter as
crianças envolvidas e motivadas a utilizarem o aplicativo duas vezes ao dia,
ajudando os pesquisadores a saberem mais sobre as características da doença. A
empresa procurou a ajuda de celebridades das séries de TV, Blue Roockie e
Flashpoint, que são séries que mostram os policiais que combatem o crime como
heróis, sendo que as crianças canadenses adoram os dois seriados. A cada fase
do questionário que os pacientes respondem, eles são promovidos a cargos mais
elevados, tais como “Sargento” e “Capitão”, ao completar mais pesquisas eles
são promovidos a posições mais elevadas, tudo isso para manter os pacientes
motivados a colaborarem. O aplicativo em breve será testado em mais três hospitais
canadenses e outros centros de oncologia pediátrica. O objetivo final do aplicativo,
explica o Dr. Jennifer Stinson, é levar uma melhoria na gestão da dor, e melhorar
a qualidade de vida desses jovens com câncer através da pesquisa.
O vídeo mostra como o aplicativo funciona, também há os atores dos seriados incentivando os pacientes com a doença.
A HealthTap está revolucionando o segmento de consultas
médicas, a empresa americana criou uma rede de saúde interativa, com um aplicativo
para smatphones e tablets, onde é possível conectar médicos com pacientes de
forma inteligente, oferecendo dicas de saúde, e até mesmo consultas virtuais. A
empresa diz que possui os melhores médicos, e que a entediante fila de espera
acabou.
Para os médicos, essa oportunidade de estarem conectados
aos dispositivos móveis é uma forma de promoverem suas carreiras no mundo
online. No entanto, suas reputações no mundo real ficam cada vez mais
valorizadas, atraindo mais pacientes para seus consultórios. O objetivo do
aplicativo é disseminar informações sobre saúde confiáveis disponíveis online e
gratuitamente.
No Brasil, os consultórios médicos já se utilizam do
sistema de agendamento de consultas online. O site Dr.Busca permite que o
usuário localize médicos definindo a especialidade e localização do
consultório, o sistema já faz todo o agendamento online. Todo pagamente feito
pelas consultas são realizados pelo site, o consultório e os pacientes são
avisados por e-mail ou sms quando as consultas são confirmadas. O gerenciamento
de ganho do site é baseado na cobrança dos médicos, que pagam 200 reais para
manter seu consultório e nome no site. Recentemente o site fechou uma parceria
com o médico Jairo Bouer para produção de conteúdos sobre saúde.
Se esse novo sistema da HealthTap vier para o país, nós
brasileiros iríamos adota-ló como nosso plano de saúde diário, pois as filas, o
descaso e o abandono que enfrentamos nos hospitais e postos de saúde públicos no
país é desanimador.
Asegurança da informação nas empresas ainda é uma
prioridade a ser aperfeiçoada.A
Symantec – empresa que trabalha com gerenciamento e segurança da informação
bloqueou mais de 5,5 milhões ataques maliciosos em 2011, um aumento de 81% em
relação ao ano anterior. Além disso, o número de variantes de malware exclusivo
aumentou para 403 milhões e o número de ataques Web bloqueados por dia cresceu
36%. Os alvos agora não são apenas a grandes empresas, as micro e
pequenas empresas estão na mira dos invasores. Os dados sobre o relatório sobre
ameaças à segurança na internet, elaborado em 2011 pela Symantec mostram que
18% dos ataques foram projetados em empresas com menos de 250 computadores. Aproximadamente 1,1 milhão de identidades foram
roubadas em média devido à violação de dados em 2011, um aumento dramático em
relação à quantidade vista em qualquer outro ano. Atividades de hackers foram a
maior ameaça, expondo 187 milhões de identidades em 2011 - o maior número para
qualquer tipo de violação no ano passado. As vulnerabilidades móveis cresceram
93% em 2011. Ao mesmo tempo, houve um aumento de ameaças cujo alvo foi o
sistema operacional Android. Com o número de vulnerabilidades no ambiente móvel
crescendo e os autores de malware não apenas reinventando malware existentes
para dispositivos móveis, mas criando malware específicos para dispositivos
móveis que exploram oportunidades exclusivas desse ambiente, 2011 foi o
primeiro ano que em que o malware móvel representou uma ameaça tangível para
empresas e consumidores. Essas ameaças são desenvolvidas para atividades como
coleta de dados, envio de conteúdo e monitoramento de usuários. Um
recente levantamento realizado pela consultoria Kroll, em parceria com a The
Economist Intelligence Unit, aponta que 75% das empresas sofreram algum tipo de
violação da segurança em 2011, sendo que 60% dessas empresas identificaram que
o ataque veio de um funcionário ou fornecedor. A Symantec recomenda que a
empresa defina claramente quais pessoas terão acesso as dados estratégicos da
empresa, isso já dificulta o vazamento de informações sigilosas da instituição.
Os smartphones e tablets não estão fora de perigo desses invasores, um estudo
feito pela Kaspersky mostra que o número de ameaças a esses dispositivos móveis
aumentou em 65% em 2011. A maior parte dos ataques roubam senhas, dados
pessoais e listas de contatos das empresas. Aqui vai um link com a Cartilha
de Segurança da Informação para Empresas, elaborada pelo Comitê de
Tecnologia da Informação da Fecomércio/SP, são 46 páginas do material, que
reúne informações básicas que vão de compra do equipamento ao gerenciamento da
informações e a capacitação da equipe. Não perca tempo e profissionalize sua
empresa com processos seguros de manipulações de dados, garantindo a idoneidade
de sua marca.